Think Process é uma consultoria de Supply Chain para indústria e varejo de médio e grande porte. Diagnosticamos a operação, dimensionamos a perda em R$ e, quando faz sentido, projetamos o sistema que resolve. Atendemos quem decide reposição, estoque e S&OP todos os dias.
Diagnóstico e método sênior de Supply Chain e S&OP sobre o dado que você já opera.
Software sob medida, nascido da dor diagnosticada, por cima do ERP homologado.
Rotinas de reposição, relatório e planejamento sobre o fluxo já mapeado.
Ação supervisionada sobre a operação, dentro das regras que você define.
Cada degrau prepara o próximo. A tecnologia entra como consequência do método.
O problema não é falta de dado. É falta de decisão no momento certo. Você tem dashboard. Tem relatório semanal. Tem reunião de S&OP. E mesmo assim, a ruptura acontece na sexta à noite, quando ninguém está olhando. O dado já estava no ERP na terça. Faltou alguém com tempo de olhar para ele antes de virar prejuízo.
Sai segunda de manhã, com frete spot, de fornecedor alternativo, com margem destruída. Não é falha da sua equipe. É a rotina exaustiva de combate a incêndios. Um modelo de operação que depende de humano disponível para decidir em tempo real.
Lead time de fornecedores, nível de estoque por SKU, sazonalidade, eventos externos, anomalias de demanda. Seu time consolida tudo na planilha manual e, no fim, decide no feeling. Ninguém tem olhos para tudo isso, todos os dias.
Dashboard é o sintoma de um problema de processo: o dado fica esperando alguém ter tempo de interpretar para virar decisão. Supply chain não respeita horário comercial.
Somar frete emergencial, compra substituta, margem destruída e cliente perdido para o concorrente chega facilmente a R$ 150.000 a R$ 500.000 ao mês em ineficiência estrutural para uma operação de médio porte. É o ralo por onde o lucro escoa, e ele não aparece em nenhuma linha do relatório mensal: aparece pulverizado, um frete aqui, um desconto ali, um cliente que não voltou.
Existe outra segunda-feira possível. Você chega com a decisão já tomada: o incêndio foi apagado ainda na sexta, quando dava tempo. Viu o risco três dias antes de virar prejuízo, em vez de decidir correndo depois que ele apareceu. Quem projeta esse jeito de operar esteve do outro lado da mesa primeiro.
Andrea Marchtein passou mais de 20 anos operando supply chain de dentro: controle de produção na Pfizer, S&OP implantado na Theraskin, conduzindo a reunião de Demanda na Eurofarma para Presidência, VPs e Diretores, ~6.000 SKUs de insumos na Hypera, e como Gerente de Planejamento Logístico do Grupo Panvel: CDs em três estados, distribuição diária para 600 filiais e 8.000 clientes, budget de R$ 115MM/ano e R$ 450MM de inventário.
Demanda, PCP, Materiais/MRP, S&OP, Suprimentos, Transporte, CD: ela operou cada uma das disciplinas que os agentes da Think Process automatizam. Sabe onde a previsão fura, por que o frete spot sai na segunda e como o ERP mente na sexta. Essa é a credibilidade que nenhum fornecedor de software tem.
Nos últimos dois anos, mergulhou na engenharia por trás dos agentes, a arquitetura de orquestração e os sistemas multiagentes, não para "usar uma IA pronta", mas para construir os agentes que operam dentro da cadeia. O agente da Think Process não é uma caixa-preta revendida: é construído por quem entende, por dentro, como ele decide. Foi assim que ela uniu as duas vidas: a operação que viveu por duas décadas e os agentes que agora a automatizam.
A consultoria que diagnostica a sua operação é a mesma que projeta os sistemas e implanta os agentes que a sustentam. Método, engenharia e inteligência sob uma só responsabilidade, de ponta a ponta: do diagnóstico ao software que roda no dia a dia.
É o que separa um plano de um resultado. O diagnóstico aponta o caminho; a construção o percorre. Aqui, as duas coisas acontecem sob o mesmo método e a mesma equipe sênior, sem repassar a execução para terceiros.
A animação é ilustrativa. O mecanismo que ela representa está em produção: o agente age dentro das regras que a operação define, sob supervisão humana, e deixa registrado cada passo que deu.
Essas dores não se resolvem com mais uma tela para olhar. Elas se resolvem com um tipo de trabalho que, até pouco tempo atrás, era impossível de contratar.
Um agente autônomo não é um robô que executa regras fixas. É um sistema que entende contexto, calcula opções e age dentro dos limites que você aprovou.
Replanejar a operação todos os dias. Simular 50 cenários pelo custo de um. Acompanhar a carteira inteira de pedidos, 24 horas. Nada disso era proibido: era economicamente inviável. Agora um agente faz. E isso muda o que você pode pedir da sua operação.
Em vez do seu planejador gastar a manhã puxando dado do sistema, rodando o forecast e o MRP para depois decidir no feeling, o agente faz o fluxo continuamente e traz só o que precisa de julgamento, com contexto e opções. O planejador decide mais e digita menos. Capacidade nova, com as mesmas pessoas.
14 fornecedores avaliados · lead time, margem e disponibilidade · a melhor opção escolhida em segundos.
A primeira pergunta de quem opera farma ou cosmético é a mesma: "onde meus dados vão rodar?". A resposta é sua para escolher: dentro do seu próprio ambiente, num datacenter no Brasil, ou em nuvem soberana brasileira. Você decide o nível de controle; nós montamos a arquitetura em volta dessa decisão.
Contrato claro: a Think Process opera seus dados, você continua dono deles. Sem retenção, sem dado saindo para treinar modelo de terceiro, e cada decisão do agente registrada e auditável.
Um diagnóstico estruturado, do problema ao mini-PoC, com cada passo documentado e auditável:
Onde a dor mora nas disciplinas de supply chain, onde seus dados estão, qual a qualidade deles e o que o ERP fornece em tempo real. Sem assumir solução fechada antes de entender o problema.
Quanto a previsão furada, o frete emergencial e a margem destruída custam à operação em R$, não em adjetivo: a foto do que escoa pelo ralo hoje.
Uma prova de conceito funcional sobre um recorte dos seus dados, com o agente decidindo no seu contexto, e a decisão de avançar, ou não, para um piloto.
Cada decisão do agente tem contexto documentado: qual dado considerou, qual cálculo fez, qual parâmetro acionou a ação, o resultado gerado. Você não precisa confiar no agente por fé. Você vê o raciocínio depois. Na prática, o que acontece é o oposto do que a maioria dos gestores espera: em vez de sentir menos controle, eles sentem mais, porque pela primeira vez conseguem auditar cada decisão de reposição da semana passada em menos de dez minutos.
O agente detecta o desvio e propõe a ação, com o contexto que a motivou.
Você aprova num clique. Nas primeiras semanas, nada executa sem esse aval.
A autonomia cresce só na medida em que a operação valida cada passo. O comando é sempre humano.
Antes de qualquer agente, a foto exata da sua operação, e de quanto ela perde hoje.
E se a conversa começa pela diretoria, a sessão executiva in-company mostra um agente funcionando na tela, sobre uma dor real da sua empresa.
Para operações conservadoras, com receio de plugar IA no ERP, existe uma porta menor: o modelo Task as a Service, a tarefa pronta e entregue como serviço. Você não compra a ferramenta de conciliação; recebe a planilha do fornecedor já conciliada toda manhã, com as divergências apontadas. O agente faz o fluxo; quem decide a exceção é alguém da sua equipe.
Se você mede o seu trabalho pela qualidade da apresentação de S&OP, a Think Process provavelmente não é para você. Se você mede pelo número de rupturas que não aconteceram essa semana: precisamos conversar.
SAP, TOTVS e Oracle confirmados em engajamentos reais. Fornecedores que comunicam via PDF: tratados pelo pipeline Cadastro-a-NF. O ERP existente é mantido no core. Construímos ao redor, não sobre.
Lead times reais com seus fornecedores, padrões de demanda do seu portfólio, anomalias históricas da sua cadeia. Isso é o que a OpenAI não pode destruir amanhã. A barreira de troca cresce com o tempo.
Nossos engenheiros não vêm só de IA. Vêm de operações logísticas. O diagnóstico na semana 1 é feito por quem entende o problema antes de codificar a solução. Não é IA para o supply chain do benchmark americano.
Supply chain brasileiro não é fácil.
Não é fácil porque você lida com fornecedores que somem, dados que chegam errados, sistemas que não conversam entre si e reuniões semanais para decidir o que o ERP já sabia na segunda-feira. É difícil porque a operação não para. Você toma decisão com informação atrasada, incompleta, formatada para parecer melhor do que é.
A maioria das empresas de tecnologia vende relatório para esse problema. Dashboard bonito, atualização diária, reunião semanal para revisar o que já aconteceu.
A Think Process não existe para isso.
A decisão nasce do método, não do software. Primeiro o diagnóstico sênior, depois os sistemas que sustentam o processo. Quando a operação está madura, entram os agentes copilotos: agem dentro dos parâmetros que você definiu, avisam antes da crise e deixam registrado, depois, cada passo que tomaram. A tecnologia entra como consequência do método, nunca como a razão de existir.
Isso não é automação de fluxo. É julgamento operacional em escala.
Escolhemos não atender empresas que querem IA para apresentar ao conselho. Não fazemos prova de conceito que fica na gaveta. Não entregamos relatório de maturidade digital sem implementação real.
Nosso modelo só funciona quando a operação do cliente muda. Isso é verificável, não declaratório.
O trade-off é claro: somos mais caros que uma consultoria de processos e mais exigentes que um fornecedor de software. Começa por um diagnóstico estruturado, que mostra em R$ o que a operação perde hoje, antes de qualquer agente. O destino, quando há fit: um agente em produção, integrado ao seu ERP real, com histórico de cada decisão que tomou e o resultado de cada uma.
Se você não pode esperar a próxima reunião de S&OP para resolver o problema que aconteceu ontem,
existe a Think Process.
Para os demais: existem boas alternativas no mercado.
Essa escolha é deliberada. É ela que garante que continuamos sendo bons no que fazemos.
Sem hype: o que são agentes de verdade, onde a IA vence o RPA e como isso encaixa na operação que você já tem.
Think Process é uma consultoria de Supply Chain e S&OP: entramos pelo diagnóstico da operação, com o método de quem geriu cadeias reais por mais de 20 anos. Quando o diagnóstico indica, projetamos os sistemas e, no topo da escada, os agentes de IA copiloto que sustentam o resultado, sempre sob comando humano. Diferente de ferramentas que só reportam dados, esses agentes conduzem o fluxo e executam ações dentro de parâmetros aprovados: da reposição de estoque ao ciclo de S&OP, integrados por cima do ERP da empresa. O que precisa de julgamento chega como exceção, para a equipe do cliente decidir.
Os agentes da Think Process monitoram continuamente os dados operacionais da cadeia de suprimentos: SKUs, níveis de estoque, demanda, fornecedores. Decidem dentro de regras e modelos de IA calibrados para o setor do cliente. Em vez de gerar mais um relatório, identificam o problema, calculam as opções e executam dentro dos parâmetros aprovados: emitem pedidos, ajustam parâmetros de S&OP, disparam alertas de ruptura antes que ela aconteça. O comando permanece humano: o que sai do parâmetro chega como exceção, com contexto e opções, para a equipe decidir.
Não. Os agentes da Think Process são copilotos supervisionados: agem dentro das regras que a empresa define e a autonomia cresce só na medida em que a operação valida cada passo. Cada decisão fica registrada com o contexto que a motivou, e tudo que sai dos parâmetros combinados volta como exceção para uma pessoa da equipe decidir. O comando é sempre humano.
O ponto de partida é um diagnóstico estruturado: mapeamos onde a dor mora nas disciplinas de supply chain (Demand, Production, Materials/MRP, S&OP, Procurement, Logística, DC/WMS), dimensionamos em valor o que a operação perde hoje e entregamos um mini-PoC funcional. A partir do diagnóstico, decide-se em conjunto se faz sentido avançar para um piloto e implementação. O investimento é apresentado após uma conversa de qualificação. Agende pelo WhatsApp.
Clientes reduziram a ruptura de estoque e encurtaram o ciclo de S&OP na indústria farmacêutica, e aceleraram a consolidação de dados de supply chain na cosmética, com histórico em 6 setores brasileiros. São históricos de projetos reais, não promessa de resultado futuro.
Os agentes da Think Process são desenvolvidos para integração com os principais ERPs utilizados em operações industriais brasileiras (SAP, TOTVS, Oracle e legados via conector). Já no diagnóstico estruturado a equipe técnica faz a leitura dos sistemas e mapeia a integração com o ERP do cliente, por cima do sistema já homologado, sem substituí-lo. Para saber a compatibilidade com o seu sistema, entre em contato via WhatsApp.
O prazo depende do escopo. O diagnóstico estruturado segue etapas claras: mapeamento da dor e leitura dos sistemas, dimensionamento financeiro do que a operação perde hoje e um mini-PoC funcional com apresentação do diagnóstico. A partir daí, se houver fit, avança-se para um piloto e a implementação do agente em produção.
Não necessariamente. Você pode começar pelo modelo Task as a Service: o agente entrega uma tarefa pronta (por exemplo, a conciliação diária de um fornecedor) por e-mail ou planilha, sem tocar no seu ERP. Sua equipe segue decidindo as exceções. A integração ao ERP acontece depois, quando a operação já validou o ganho e decide evoluir. O diagnóstico estruturado continua sendo a porta principal; o Task as a Service é a rampa de menor risco para quem prefere provar antes de integrar.
Agende uma conversa de 30 minutos. Sem pitch, sem deck de 40 slides. Você descreve o processo que mais te custa hoje; em 30 minutos você sabe se um agente resolve e como seria o diagnóstico estruturado.